Tempestade Interna


Envolto em sua própria tempestade, ele grita com os olhos fechados. Nada do lado de fora o escuta — é o corpo quem brada contra algo que o mundo não vê.
Os olhos se abrem. Arregalados. A realidade o encara de volta. Não há fuga — apenas o impacto do que não se pode ignorar.
O grito se transforma em lágrima. Os olhos se fecham, mas não para dormir — para doer em paz. Chorar é o que resta depois de tudo.
Três estágios de um estado bruto e íntimo da alma. O cobertor o cobre como um casulo ou prisão — e o corpo, como palco, revela um drama que não precisa de palavras: grita, encara, desaba. 

 

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