Os Chapéus e a Floresta de Pano

Contexto geral Três fotos em plano geral realizadas em estúdio, com um painel de floresta estilizada ao fundo (estética “low poly”, lembrando jogos Unity). O cenário cria uma fusão entre realidade doméstica e imaginação teatral. Um homem e uma mulher se transformam em personagens oníricos, usando objetos cotidianos (tela, chapéus, pijamas, pelúcia) como portais de humor e fantasia.

Os Chapéus e a Floresta de Pano” é uma pequena comédia visual sobre dois sonhadores que, entre telas e chapéus, transformam o estúdio em floresta e o cotidiano em teatro. O humor nasce da brincadeira e termina no riso compartilhado — como se o piano, o pano e o cachorro fossem cúmplices de um sonho em comum.


1. “O Homem e a Tela” O homem está enrolado em uma tela de mosquiteiro, de pé, tentando se proteger. A mulher, com um vestido vermelho, tenta libertá-lo. O piano elétrico aparece ao fundo, testemunha silenciosa da cena.
Função narrativa: Introdução — o despertar da fábula.
o homem preso entre o real e o imaginário; a mulher é o impulso libertador. Leitura poética: A floresta pintada no painel parece viva — cheia de insetos imaginários. O casal atua como se estivesse num conto em que o medo e o riso coexistem.

2. “O Chapéu Preso” Ambos estão agora de pijamas. Ele usa uma cartola preta entalada na cabeça, e ela puxa com força para tentar tirar. Três chapéus repousam em cima do piano, assistindo à cena. Função narrativa: Desenvolvimento — o jogo cresce.
Símbolo: o excesso de papéis e identidades (os chapéus) e o impasse entre fantasia e corpo.
Leitura poética: O chapéu que não sai é o símbolo da transformação que foge do controle — quando a brincadeira toma vida própria.
Sensação: comédia visual, cumplicidade, absurdo encantador.

3. 
“O Pirata e o Cachorro” O clima muda para o riso e o afeto. Dois chapéus continuam sobre o piano. Ela, sentada diante do piano, usa um chapéu de pirata e cobre o rosto sorrindo. Ele está de pé com um nariz de palhaço e um chapéu coco vermelho, segurando um cachorro de pelúcia gigante também com chapéu.
Função narrativa: Conclusão — a libertação pelo humor.
Símbolo: o jogo imaginário venceu o tédio; a fantasia se espalhou até o cachorro. Leitura poética: O estúdio virou palco de sonho, o piano virou porto das identidades — e o riso é o desfecho do encanto. Sensação: alegria, cumplicidade, encerramento cômico e afetuoso.

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AUDIO DESCRIÇÃO Foto e Video e Cinegraph

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